O discurso foi feito em homenagem ao Dia Internacional da Mulher.
Em sua fala, Dilma reforçou que, apesar das medidas de ajuste fiscal estabelecidas pelo governo federal, o Brasil não vai parar, pois a economia do país continua com fundamentos sólidos.
“Estamos na segunda etapa do combate à mais grave crise internacional desde a grande depressão de 1929. E, nesta segunda etapa, estamos tendo que usar armas diferentes e mais duras daquelas que usamos no primeiro momento” , afirmou.
De acordo com ela, a situação será passageira e a vitória chegará de maneira mais rápida se o País estiver unido.
“Temos compromissos profundos com o futuro do País”, disse a presidenta, que também afirmou que os “sacríficios temporários” são as “bases para enfrentar a crise e continuar crescendo no futuro”.
A presidenta lembrou que em 2003, primeiro ano do governo Lula, o então presidente precisou adotar medidas parecidas para que o país pudesse ter o crescimento que teve nos anos seguintes.
Momento de transição
De acordo com a Dilma, o “esforço fiscal não é um fim em si mesmo”. Ela alertou que “temos que controlar os nossos gastos para que nosso orçamento não saia do controle”.
A presidenta afirmou que esses ajustes buscam manter os índices positivos apresentados pelo Brasil nos últimos anos, quando 30 milhões de pessoas deixaram a situação de miséria e 44 milhões de cidadãos entraram na classe média. “Não vamos trair nossos compromissos com os trabalhadores e com a classe média”, exaltou.
Segundo a presidenta, precisamos transformar dificuldades em soluções. “O Brasil é maior que tudo isso… é momento de sonhar, de ter fé e esperança”, disse.
Fonte: Portal Brasil
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