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sábado, 3 de maio de 2014

PT OFICIALIZA DILMA À PRESIDÊNCIA PARA TENTAR AFASTAR FANTASMA DO 'VOLTA, LULA'

PT oficializa Dilma à Presidência para tentar afastar fantasma do 'Volta, Lula' 

O PT usou a abertura de seu 14.º Encontro Nacional, na noite desta sexta-feira, para ratificar o nome de Dilma Rousseff como pré-candidata do partido nas eleições de outubro. O presidente do partido, Rui Falcão, perguntou aos 800 delegados e aos cerca de 2 mil convidados que compareceram ao Anhembi, na zona norte de São Paulo, se concordavam com o projeto reeleitoral. O apoio foi unânime. O ato foi uma forma de tentar dissipar o coro do "Volta, Lula".

Os comandos de diversas correntes internas do PT concordaram até em produzir uma resolução política oficializando a indicação de Dilma como candidata do partido à reeleição. A ideia é produzir um documento curto no qual o partido indica a presidente como única postulante da legenda ao Planalto e delegar à convenção nacional, em maio, apenas a formalização da candidatura. Divulgação deste documento deve ocorrer neste sábado.

A aprovação do documento pró-Dilma foi defendida pelo presidente do partido, pelo ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, pelos deputados Fernando Ferro (BA) e José Pimentel (CE) e até por líderes das correntes minoritárias como Markus Sokol, do grupo trotskista O Trabalho.

"A candidatura de Dilma é um consenso no partido. Se existir o 'Volta, Lula' é uma coisa residual", disse Berzoini, referindo-se aos rumores de que Lula poderia substituir Dilma como candidato do PT neste ano. Além dos defensores dentro do próprio partido, integrantes da base aliada, como uma parte dos deputados do PR, fazem coro pela candidatura lulista.

O partido não teve representantes na mesa do encontro da noite desta sexta em que estavam Lula e Dilma. Outras siglas aliadas, como o PSD e o PTB, por exemplo, estavam no encontro e confirmaram seu apoio à presidente, que entrou no auditório do Anhembi ao lado de Lula, sob gritos dos delegados e convidados: "1,2,3, é Dilma outra vez".



Fonte: Estadão

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