Há 13 dias paralisados, funcionários e a empresa Correios e Telégrafos não entraram em acordo. Em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, apenas a entrega de Sedex e encomendas está funcionando, mas as correspondências acumulam na unidade de distribuição do município.
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De acordo com o representante do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Petrolina, Antônio Lira, não há perspectiva para a negociação. “Estamos esperando o que o Tribunal Superior do Trabalho (TST) marque logo o julgamento para que o trabalhador tenha um rumo”, afirmou Lira.
O gerente da unidade de distribuição dos Correios em Petrolina, Antônio Pires, reforça que todos os finais de semana a empresa realiza mutirões com uma média de 20 pessoas. “Somente a correspondência normal não está sendo entregue, mas 20% dos nossos trabalhadores estão de prontidão”, reforçou Antônio Pires.
Porém o sindicato contesta a informação da empresa. Antônio Lira contabiliza que cerca de 300 correspondências estão empilhadas na sede dos Correios da cidade. “A nossa carga diária de cartas é de 40 mil”, explicou Antônio.
Os trabalhadores dos Correios em Petrolina entraram em greve no dia 30 de janeiro. Eles reivindicam principalmente a revogação do novo plano de saúde que entrou em vigor no mês de janeiro.
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